domingo, 10 de julho de 2011

Barra da Lagoa - Vila de Nossa Senhora do Desterro.

Milton Ostetto

Milton Ostetto

Milton Ostetto
A praia da Barra da Lagoa é o maior núcleo pesqueiro de Florianópolis e tambem um dos locais na ilha onde as tradiçoes açorianas estão mais preservadas , a vida simples de seus "manézinhos", como são conhecidos seus moradores nativos e sua grande cordialidade , "tratam a todos os visitantes como velhos conhecidos", são os grandes atrativos deste lugar

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Voando para casa...

Aeroporto Tom Jobim Rio de Janeiro
© Milton Ostetto

Aeroporto Tom Jobim Rio de Janeiro
© Milton Ostetto

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Infância roubada...

Milton Ostetto

Ontem de manhã tinha acabado de ver o "" Bom Dia Brasil"  e quando saia do edifício onde
moro aqui no Rio me deparei com esta cena,   esta imagem não me sai da cabeça, já presenciei
esta situação varias vezes e me  choca toda vez que vejo, mas nunca com crianças envolvidas,
me faltam  palavras para expressar o que  estou sentindo.

 

terça-feira, 5 de julho de 2011

O nosso cartão postal...


Ponte Hercílio Luz - © Milton Ostetto

A ponte Hercílio Luz está localizada no estado brasileiro de Santa Catarina, foi construída para ligar o continente à ilha de Santa Catarina (ligando a parte continental da capital, Florianópolis, à parte insular).
A ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil. Teve sua construção iniciada em 14 de novembro de 1922 e foi inaugurada a 13 de maio de 1926. O comprimento total é de 819,471 metros.
 A estrutura de aço tem o peso aproximado de cinco mil toneladas, e os alicerces e pilares consumiram 14.250m³ de concreto. As duas torres medem 75 metros, a partir do nível do mar, e o vão central tem altura de 43 metros.
A ponte foi projetada e construída durante o governo de Hercílio Luz para ser a primeira ligação terrestre entre a ilha e o continente. O idealizador não viu seu sonho ser concluído, pois morreu em 1924, doze dias depois de inaugurar uma réplica de madeira, construída na Praça XV especialmente para o ato simbólico. O nome da obra seria Ponte da Independência, o qual foi mudado após a morte de seu idealizador, em póstuma homenagem.




domingo, 3 de julho de 2011

Pescaria em uma manhã de inverno no Campeche.

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto
Eu guardo em mim, dois corações, um que é do mar um das paixões,
um canto doce, um cheiro de temporal, eu guardo em mim um Deus,
 um louco um santo um bem um mal.
Dorival Caymmi

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As primeiras horas...

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Shadow & Light


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto

© Milton Ostetto


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto


© Milton Ostetto

Look round and round upon this bare bleak plain, and see even here, upon a winter’s day, how beautiful the shadows are.
  Alas!  It is the nature of their kind to be so.
The lovliest things in life are but shadows, and they come and go, and change and fade away…”
- Charles Dickens


terça-feira, 21 de junho de 2011

Navigare necesse; vivere non est necesse...

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto

© Milton Ostetto
O barco, meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração, o porto, não
Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso
O barco, noite no céu tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco, da madrugada
O porto, nada
Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso
O barco, o automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto silêncio
Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso
                              (Caetano Veloso)
"Navigare necesse; vivere non est necesse" - latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC.,
dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida
de Pompeu