Mostrando postagens com marcador Sambaqui. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sambaqui. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de agosto de 2011

Foto de domingo.

Milton ostetto- Sambaqui Florianópolis
(click na imagem para ampliar)

No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...
(Mario Quintana)

terça-feira, 26 de julho de 2011

A Vida nos engenhos de farinha - Vila de Nossa Senhora do Desterro

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

© Milton Ostetto
(clic nas imagens para ampliar)

Em Florianópolis, desde 1666 se tem notícias de que havia lavouras e construções de engenhos, quando se iniciou o processo de colonização do Rio Vermelho, onde se originou uma das três mais antigas freguesias da Ilha, fundada por açorianos, em 1750. A localidade foi rica em engenhos de farinha e de açúcar  e próspera no cultivo da terra e na pesca. Eram produzidos também tecidos de algodão, em teares rudimentares, nos séculos XVIII e XIX. Também Sambaqui, Sertão da Lagoa do Peri e Ribeirão da Ilha tiveram seus engenhos. Os açorianos tiveram de se adaptar ao consumo da mandioca. O beijú foi o alimento que salvou a necessidade básica desses colonos. Aprenderam o cultivo da mandioca e sua utilização como alimento e ainda a extrair também o polvilho com o qual produzem roscas, broas e outras iguarias. Com a tecnologia que conheciam, dos moinhos de vento, criaram adaptações para que fossem movimentados os engenhos, utilizando-se da força de um boi. A criação desse processo de beneficiamento da mandioca, já no final do século XVIII, levou a antiga Vila de Nossa Senhora do Desterro, na Ilha de Santa Catarina, a exportar excedentes de farinha de mandioca e polvilho para o Rio de Janeiro e para a província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A Magia da Luz

Amanhecer na Lagoinha pequena
Campeche

Entardecer no Pantano do Sul

Amanhecer no Rio Tavares

Entardecer na praia do Sambaqui

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Amizade.









                                A Amizade É um Amor que nunca Morre.
                                                                                                                  Mario Quintana